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  • Élpis

De frente com a El!


Olá Hopers, como estão?

Sentiram minha falta na segunda né?

Atrasei, mas cá estou!


E hoje, trago uma entrevista super descontraída, com a nossa queridíssima:

Vina Ferreira

P: Quem é a Vina Ferreira?

R: Vina é uma mulher livre, dona de uma mente que foge do comum, que se sente feliz com a vida que escolheu e que por um acaso, nasceu por conta da escrita.


P: O que te fez querer usar um pseudônimo? Já pensou em utilizar outro quando lançou o seu livro infantil?

R: O Nome Vina foi escolhido por mim, como uma forma de cultuar o amor das minhas duas avós que sempre foram muito presentes na minha vida.

Vovó Etelvina Machado Batista (Vovô chamava ela de Vina) - mãe do meu Pai.

Vovó Marta Umbelina Ferreira - mãe da minha mãe.

Juntei o nome de uma com o sobrenome da outra e renasci como Vina Ferreira, a escritora e acredite, amo muito esse nome e tudo que está ligado a ele, portanto, jamais me passou pela cabeça usar outro nome, mesmo quando lancei o livro infantil. Isso porque, eu acredito na capacidade que todos nós, escritores, temos ao escrever várias versões dos nossos sonhos. A Vina é a escritora, a Vina é única e ela escreve o que sente vontade de escrever, além disso, existe uma classificação nos livros que escrevo e eu jamais venderia um dos meus livros adulto, para uma criança, mas se um adulto quiser ler o infantil, eu vendo sem problemas.


P: Qual foi o seu primeiro e decisivo ato literário?

R: Eu acho que foi quando decidi lançar o meu Eternidade, pois é uma história de fantasia, além de ser um livro erótico e eu confesso que vivi um conflito interno por isso. Fiquei pensando, será que as pessoas vão me achar maluca? Será que não vou pagar mico? E no meu trabalho, como as pessoas vão reagir ao ler a história e descobrir do que a minha mente é capaz? Enfim, foram muitos dias de insegurança e medo. Mas eu sou uma pessoa ousada por natureza, sou ariana, então, ignorei o medo e arrisquei, mas no fundo, acho que continuo arriscando. (rs)


P: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?

R: Não, tudo aconteceu muito naturalmente. Não foi um sonho de criança, quando eu brincava com as amiguinhas e amiguinhos, eu era a secretária, nunca fui a escritora, mas eu sempre li muito, me lembro que quando estudava no SESI de Igaraçu, nós tínhamos o Carro da Biblioteca que passava uma vez ao mês na nossa escola e eu, sempre retirava livros, as vezes era a mamãe que lia as histórias para mim e meus irmãos, mas a gente sempre lia. Então eu acho que o hábito de ler bastante, me trouxe essa habilidade que ficou adormecida dentro de mim por um tempo e quando o Universo achou que eu estava pronta, libertou-a de dentro de mim e eu só aceitei.


P: Já deixou de escrever para não magoar uma pessoa muito chegada?

R: Não! Acredito que minha escrita nunca vai magoar alguém, o fato de escrever erótico não muda quem eu sou.


P: Já recebeu um conselho importante? Para os jovens escritores diria...

R: Sim já recebi muitos, afinal o mundo da escrita foi uma grande novidade para mim, de repente um dia eu acordei e fazia parte dele.

Graças a Deus recebi muita ajuda de pessoas do meio literário que acreditaram em mim. Cada uma delas teve o seu papel na minha vida e eu nunca deixei de ser grata, claro que os caminhos mudam, afinal a vida é muito dinâmica, mas eu acredito que o universo determina o tempo de cada um em nossas vidas, e o nosso tempo na vida delas, bem como, o tempo de cada derrota e de cada conquista.

O meu conselho para os jovens escritores é simples, primeiro acredite no seu potencial, porque se você acreditar, o mundo acreditará também. Segundo, não desista dos seus sonhos, pois os sonhos não tem idade e o tempo é algo intangível quando se trata de sonhos, não existe passado, futuro, só existe o presente, então não desistir é fundamental, porque se você acreditar com o coração, quando menos esperar vai bater de frente com o seu sonho, deixando de ser sonho!


P: Qual a função social da literatura? E na sua vida?

R: Proximidade! Eu sempre digo que a melhor coisa que a escrita me trouxe, são os novos amigos que faço todos os dias. Além disso, eu também acredito que conhecimento proporciona a expansão da consciência e quanto maior a consciência, mais evoluídos nos tornamos. Escrever me proporciona isso, quando faço minhas pesquisas, quando discuto a história com outras pessoas e quando crio infinitas possibilidades para os meus leitores, que podem viajar pelos meus sonhos.


P: Tamanho é documento em literatura?

R: Não penso dessa forma, apesar de ser uma escritora que escreve muito, observem nessa entrevista (rs). Eu acho que o importante é o leitor sentir a história, se um conto de duas páginas faz o leitor viajar e se deliciar no que gosta, ótimo. Mas, se um livro de 400 páginas proporciona a mesma sensação, ótimo também.

Eu particularmente, sou bastante detalhista e gosto de detalhes porque me faz sentir a cena, falar sobre algo é mais fácil, mas quando você escreve, você precisa levar o seu leitor a imaginar, é por isso que eu escrevo bastante, porque quero ter a certeza que o leitor sentiu cada cena, cada detalhe que constrói a história como um todo.


P: Tem sonhos literários?

R: Sim, claro! Tenho muitos, um deles é que adoraria fazer uma tiragem de 2.000 livros impressos, já pensou que delícia? Saber que 2.000 pessoas vão ler a sua história?


P: Seu principal critério para a escolha de uma leitura é o título, o autor ou o assunto?

R: Ultimamente o autor, afinal tenho tantos amigos que também escrevem, tento conciliar a leitura com a possibilidade de ajudar alguém que passa pelas mesmas coisas que eu, porém, tenho sim alguns títulos de série que sou apaixonada e esses estão sempre na minha lista.


P: Momento nostalgia: o primeiro livro que leu?

R: Eu não me lembro qual foi o primeiro, me dá um desconto que já estou com 53 (rs), mas, eu me lembro de um livro que li na minha adolescência e que ficou marcado na minha mente, Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley.


P: Como é seu processo de criação?

R: Pergunta difícil essa! Para ser sincera, eu não uso nenhuma técnica, eu apenas sinto a história e deixo ela fluir pelos meus dedos, como eu falei, escrever para mim é algo muito natural, não tem esforço entende?

Se bem, que estou escrevendo um livro ligado ao Universo Obscuro, que está me fazendo pensar um pouco mais que o normal, vou explicar.

Quando escrevi o Universo Obscuro, em 2016, eu o escrevi como um único livro, porém, agora em 2019, na Bienal do Rio e com o apoio da Editora Hope, lancei o livro físico. A Editora, fez um trabalho fantástico com o livro, a revisão deixou o texto muito mais fluído, ficou mais gostoso de ler, a capa ficou simplesmente perfeita, a diagramação deixou o livro lindíssimo e tudo isso, valorizou demais o meu trabalho. Resultado? Depois de 15 dias de leitura coletiva, o e-book, que também fico lindo, está na amazon.com.br, com 16 avaliações de 5 estrelas e as pessoas que leram vieram me pedir para escrever o segundo livro, pois amaram a história e querem a continuidade dela.

Pois bem, quando o seu leitor pede, você precisa atender, afinal, eles são o nosso termômetro para tudo e eu decidi escrever o segundo livro, que ainda não tem nome, mas já está com quase 100 páginas e pela primeira vez, eu me vi obrigada a sair da minha zona de conforto, para escrever algo diferente, pois eu não quero oferecer aos meus leitores, mais do mesmo e acreditem, vocês irão se surpreender, aliás, essa conversa acaba aqui, não vou falar mais nada! (rs)


P: Como leitora, qual dos seus livros é o seu favorito?

R: Nossa, eu amo todos eles! Sabe mãe que não consegue escolher um filho? Sou assim com os meus livros, amo cada um do seu jeitinho, um amor incondicional.


P: Se pudesse escolher uma de suas obras para uma adaptação cinematográfica, qual seria?

R: Universo Obscuro! Seria um filme lindo e deliciosamente quente! Mas, A Caixa dos Sonhos também, as crianças iriam amar! Viu? Não consigo escolher só um. (rs)


Ping Pong


Amor: Vida

Tristeza: Corrupção

Livro de cabeceira: depende do qual estou lendo, no momento estou lendo A Casa Amarela, do meu amigo Renato Gonçalves da Silva, de Avaré.

Família: Minha fortaleza

Bienal: Uma delícia

Hobbie: Cinema e livros

Jamais escreveria sobre: Possessão

Série favorita: Livros: A Irmandade da Adaga Negra - TV: Outlander, também adoro Lost

Dia ou noite? Noite

Ser escritora é: Uma benção

Se defina em uma palavra: Feliz


Deixe um recadinho para os leitores do blog

Vocês são a parte mais importante dessa minha realidade de escritora!

Nada disso seria possível sem vocês, por isso sou eternamente grata pelo carinho, pelo apoio e por todo amor que vocês emanam para mim! Que o universo lhes retribua com mais amor, mais realização e mais sonhos a serem conquistados, afinal, a vida não para e onde há um sonho, há também, infinitas possibilidades!

Amo Vocês, beijos da Vina!

Mais é uma fofa né?


Os livros dela você pode encontrar no site da Hope, e nos diversos e-commerce do Brasil, além de também poder adquirir em formato de e-book na Amazon.


Gostaram?

Eu confesso que amei a entrevista <3






Beijocas literárias

da sua Élpis <3

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