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  • Élpis

De frente com a El!


Olá Hopers!

Quinta-feira, dia de conhecer mais uma autora da Hope.

A cor desse post não poderia ser outra e vocês entenderão durante a entrevista.

Hoje, Máira Anacleto, abrirá seu coração, para essa que vos fala!

1- Se apresente para nós!

Sou Máira Anacleto Oliveira, mineira de 27. Formada em Gestão Ambiental, não atuo na área e agradeço todos os dias por isso. Foi na faculdade que descobri o quanto escrever me fazia bem. Gosto de músicas estranhas, alérgica a muita coisa e conhecedora de fatos que não mudarão a vida de ninguém. Tenho medo do escuro e ainda durmo com um urso de pelúcia.

Sou tímida quando ainda não conheço bem as pessoas e uma faladora incontrolável quando me sinto confortável. Amante de Mojito, brócolis e sorvete de banana.

2- Quando se descobriu autor (a)?

Acredito que desde criança me aventuro a escrever. Uma tia tem um livro que escrevi, grampeei e fiz a capa, talvez eu tivesse oito nove anos. Então sempre acreditei ser uma escritora, mesmo que ainda me sinta envergonhada de contar para as pessoas. E acho que escrever é isso, porque é uma maneira de se expor mascarada pelos personagens.

3- Quais as expectativas de publicar um livro?

Será minha primeira publicação, então estou especialmente ansiosa pelos resultados, não de vendas ou de algum sucesso. Mas pelo o que as pessoas dirão, se alguém se sentirá tocado, se alguém se emocionará...

Cada nova etapa até a publicação tem sido curtida e vivida de forma leve, sempre pensando no resultado final, minha primeira publicação, espero que de muitas que virão.

4- Quais suas ambições?

Ambiciono causar sentimentos nas pessoas. Amor, compaixão, humor, lágrimas... Que as palavras que pensei e escrevi possam de algum modo fazer sentido a alguém. Busco não dar nome as cidades dos meus personagens e nem digo de que país são, o motivo!? A história que o leitor tem poderia acontecer com ele próprio, com um amigo... Se não tem um lugar específico poderia estar acontecendo neste mesmo momento. Este livro que publicarei é uma rara exceção dada a sua história.

5- Qual seu livro de cabeceira?

Na verdade, são dois. Anjo da Escuridão, Sidney Sheldon. Ele é meu autor preferido, o modo como ele desenha a história e sempre surpreende no final. E o Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry. A quase inocência e a sabedoria do pequeno me faz pensar se o modo como vemos o mundo é mesmo o melhor.

6- Uma frase motivacional.

“Um dia vou rir de tudo isso bebendo vinho do bom na Itália...” Pode parecer meio boba e engraçada, mas me ajudou em tempos difíceis. Começou como uma piada na faculdade em tempos incertos, mas comecei a usá-la para a vida. Se agora parece escuro e incerto, no fim ainda rirei das dificuldades e me lembrarei de que no fim tudo fica bem.

7- O que o público pode esperar do seu livro?

Buscando por Karla Anacleto é um livro de descobertas. De que não conhecemos a dor do outro até estarmos sob a mesma pele. É sobre família, sobre deixar ir e a busca por lembranças. Para uns se lembrar é a maneira mais digna de honrar os que já se foram. Mas pra outros é seguir em frente.

Quem ler Buscando por Karla Anacleto deve apenas se lembrar que família é família e no fim de cada jornada são quem nos esperam de alguma forma. Seja uma família de amigos, uma família de sangue ou qualquer outra forma de família.

8- Entre escrever um grande livro cujo tema magoará uma pessoa muito próxima e querida ou jamais escrever um grande livro, o que você escolheria?

Escolheria escrever, um autor deve saber usar as palavras. Algumas feridas podem ser tocadas, mas como crianças que brincam com um brinquedo também podemos brincar com as palavras dizer: “Você é feio...”, pode parecer duro. Mas dizer: “Há vários tipos de beleza nesse mundo, de cheiros e formas. Você de todas essas maneiras pode não atrair alguns olhares...” É a mesma coisa dita de formas diferentes. A motivação pode não ser o sucesso, mas a chance de poder falar de temas que possam parecer espinhosos para algumas pessoas é a obrigação de quem consegue fazê-lo.

9- Alguma vez você aprendeu algo com uma crítica? Se aprendeu, isso mudou seu jeito de escrever?

Como disse anteriormente ainda me envergonho de dizer o que faço. Contudo meus amigos próximos têm a chance de fazer isso por mim. Reclamam de alguns finais e me fazem pensar se deveria mesmo escrever dramas tão dramáticos. Mas meu jeito de escrever sim foi influenciado por isso, já mudei algumas histórias por pensar no que haviam dito.

10- Me realizei quando...

Me permiti escrever. Há anos pensava em como fazer isso e estranhamente a faculdade me deu isso. Talvez por estar com pessoas que me mudaram profundamente, em uma cidade distante de onde nasci, sem a influência e o olhar de quem conhecia, me permitiu ir. Então me realizei quando terminei o primeiro livro.

Ping – Pong


AmorDistribuir.

PoesiaUm brinquedo que ainda não me atrevo a jogar.

VaidadeBatom vermelho.

SonhoQue meus livros cheguem onde eu nunca imaginei.

DeusQuem me mantém de pé.

LivrosMinha válvula de escape.

Uma cor – Roxo.

Uma comidaBrócolis refogado da mamãe.

Um livroO Ursinho Barrigudo. (Não me lembro a qual Editora pertence, mas foi com ele que aprendi a ler).

Deixe um recado para os leitores do nosso blog.

Sonhos são ótimos para serem perseguidos, mas são melhores quando são alcançados. Se permitam ir até onde ninguém nunca foi.

Os livros são ótimas fontes de aprendizado, de aventuras, sejam como os personagens fortes, sonhadores, inteligentes e bonitos. A diferença entre você e eles é que você é real e pode ser melhor do que pode sonhar.


Eu amei essa entrevista, e vocês?

Curtiram? Então comentem e compartilhem com os colegas!

O livro da Máira estará a venda em breve no formato físico e digital.

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Beijocas com máscara de proteção.


Élpis <3


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