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  • Élpis

De frente com a El!


#Sextou!

Como estão gente?

Animados para mais um fim de semana confinados em casa?

O que vão fazer? Ler? Maratonar uma série? Ver um filme?

Eu irei começar Dark, após ver muitos relatos no Facebook. Já assistiram?

Mas vamos ao que interessa!

Nossa entrevista de hoje, é com um autor estreante.

Bruno Carlos de Andrade, seja bem-vindo ao meu divã!

1- Se apresente para nós.

Sou um cara sonhador e acho que a alma artística está bem definida na figura da cigarra. Também acho que as pessoas verdadeiramente sonhadoras, com tudo que essa característica carrega de positivo e negativo, são criativas por natureza. São aquelas que não perdem a criança que já foram um dia. E são, também, aquelas que, no fundo da alma, acreditam que os sonhos se realizarão. Ao ponto de esperarem uma vida que aquele sonho se concretize – e esse é um dos piores pontos negativos de um sonhador inveterado.

2- Quando se descobriu autor (a)?

Acho que, no meu caso, o mais correto seria responder quando me permiti ser ou resolvi assumir que era escritor. Durante toda minha vida brinquei de escrever e sempre ouvi, em todas as fases, que eu escrevia muito bem. Mas sou de uma família cujo pai era jornalista e tão crítico a tudo, que todos os filhos desenvolveram um senso de autocrítica distorcido e extremamente exigente e, por consequência, repressor.

O que me fez encarar minha natureza foi simplesmente a necessidade. Por vários motivos acabei saindo do mercado de trabalho e precisava garantir o sustento, sem, contudo, ter nenhuma habilidade ou especialização que me permitisse a reinserção em algo que me desse prazer. Aí, a escrita eclodiu como um vulcão adormecido. Inclusive, a necessidade permanece. Só que, agora, eu me encontrei. Sou um escritor necessitado.

3- Quais as expectativas de publicar um livro?

Acho que, em se tratando deste sonhador desenfreado aqui, são expectativas estratosféricas, com chances astronômicas de levar a grandes frustrações. Isso, sendo muito realista. Como sou sonhador, acho que, em breve, o livro vai bombar e eu serei convidado para escrever o roteiro de uma série de sucesso mundial na Netflix.

4- Quais suas ambições?

Ser reconhecido e poder viver, com alguma sobra, de minha nova profissão.

5- Qual seu livro de cabeceira?

Eu só reli um livro em toda minha vida. Entendo que o livro de cabeceira não é o livro do momento, mas aquele que você relê, marca trechos, cita, recita e medita. Mas o que marcou minha vida, minha adolescência, foram as Obras Completas de Machado de Assis. Lucíola, li antes, e me marcou também. Negativamente. Machado de Assis resgatou meu interesse por literatura brasileira clássica.

6- Uma frase motivacional.

Sempre festeje a derrota, se você tentou a vitória com todas as forças.

7- O que o público pode esperar do seu livro?

Pedra Estrela foi escrito com muito carinho. Afinal, é meu debut no universo da literatura. Tentei criar uma obra com começo, meio e fim. Uma história que, apesar de fantástica, seja crível. Tenho esperança de que todos que se aventurarem na leitura do meu livro o achem muito divertido. E descubram que fins podem ser começos.

8- Entre escrever um grande livro cujo tema magoará uma pessoa muito próxima e querida ou jamais escrever um grande livro, o que você escolheria?

Acho que, infelizmente, acabaria escolhendo a segunda opção, contanto que o segredo a ser preservado fosse justo e legítimo.


9- Alguma vez você aprendeu algo com uma crítica? Se aprendeu, isso mudou seu jeito de escrever?

Crítica deve ser vista sempre como lição a ser aprendida e apreendida, desde que seja construtiva.

10- Me realizei quando...

Tive meus filhos.


Ping – Pong

Amor Família

PoesiaRitmo

Vaidade Cuidado

SonhoDemais

DeusDentro de nós

LivrosDegraus de uma escada infinita

Uma corAzul

Uma comidaChurrasco

Um livroAzteca de Gary Jennings


Deixe um recado para os leitores do nosso blog.

Gostaria muito que todos experimentassem Pedra Estrela e tivessem vontade de trocar impressões, dúvidas e curiosidades.


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Sinopse de Pedra Estrela


Quem nunca pensou em ser outra pessoa que atire a primeira pedra. Para Leonard, não tinha nada na vida dele que realmente valesse a pena. Até que uma pedra se atirasse em suas mãos. Não uma pedra qualquer, mas Pedra Estrela. Uma força que acabaria por lançar o jovem rebelde e suas descobertas em aventuras que ele jamais imaginaria viver e que o fariam crescer e rever todos seus valores ao custo de muita adrenalina, envolvido no eterno conflito entre bem e mal, transbordando amor e sofrimento. Tantas reviravoltas o levariam a apaixonar-se intensamente, além de fazê-lo viver situações onde dimensão, tempo e espaço se misturam e se cruzam na incansável luta pelo equilíbrio.

Pedra Estrela é uma história fantástica que conta como um garoto de classe média americana, rebelde e deslocado de seu meio, acaba se tornando um herói com poderes de outro mundo. A história traz ação, romance, magia e todas as características de uma aventura em linguagem fácil e dinâmica que, de forma incidental, mas eficiente e completa, abrange todo o Ciclo do Herói.​

E aí gente, o que acharam dessa super entrevista? Gostaram de conhecer um pouco mais sobre o Bruno e a sua obra?

O livro está lindoooooo. Para quem gosta de livro infantojuvenil, esse é a pedida certa!


Por aqui vou me despedindo, pois está frio e tenho uma série para começar.


Beijos sabor pipoca ( pois fiz um balde agora).


Élpis <3

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