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MEDOS CONTEMPORÂNEOS

POR: JULIANA DORTA

Um dos meus maiores medos aos 30 anos é pressentir que outras pessoas escolheram a

minha vida por mim. Deste, advém os outros medos:

Medo de ficar desempregada e não souber fazer mais nada na vida e acabar virando

mendiga;

Medo de que em algum momento da minha vida falte rede de apoio para os meus

momentos mais sombrios e também para os de desgaste físico, mental e espiritual;

Medo de passar a vida inteira existindo apenas para cumprir protocolos sociais que não

ressoam com a minha verdade nem com a minha essência;

Medo de que minhas crenças, incluindo também aquelas que acabei adquirindo de

terceiros, me limitem a uma vida saudável, abundante e feliz;

Medo de ficar cega por algum problema ocular, e também medo da cegueira mental e

social;

Medo de perder a voz, no sentido mais amplo que esta palavra tem;

Medo de só permanecer sonhando e não chegar à finalização e à concretização de nada;

Medo de expressar meus sentimentos e minhas emoções de forma genuína;

Medo de não viver o presente por estar presa ao passado ou então ansiosa pelo futuro;

Medo da solidão;

Medo de ser uma eremita;

Medo de ser estuprada;

Medo de estabelecer comunicações mais assertivas;

Medo de ser quem eu realmente sou, com as minhas polaridades luz e sombra;

Medo de viver a vida que eu realmente desejo e almejo para mim;

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3 Comments


Sue Catelane
Sue Catelane
Oct 07, 2022

Medos que eu também tenho...

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mahhcorte23
mahhcorte23
Sep 29, 2022

Profundo! Gostei, nosso medo as vezes chega a ser frustante

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Juliana Dorta
Juliana Dorta
Sep 29, 2022
Replying to

Pois é, mahhcorte23. Podemos (re)visitar os nossos medos e, quem sabe, a partir daí, realizarmos mudanças em nosso interior.

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